sexta-feira, 22 de março de 2019

Atividade 06 - Continuação - "O mesmo fato sob diferentes perspectivas – Comparando notícias online"

ESCOLA M.E.F. PROFª TEREZINHA SOUZA 2019
PROFESSOR: FÁBIO MODESTO
TURMAS: 6º ANO AO 9º ANO.

Atividade 06 - Continuação.

 

O mesmo fato sob diferentes perspectivas – Comparando notícias online


Após a leitura de alguns comentários referentes às notícias trabalhadas durante a aula, responda:

1 - Quem escreveu esses comentários? 

2 - Os autores de cada um desses comentários, ao escrevê-los, demonstram respeito ou desrespeito em relação às pessoas envolvidas no fato noticiado?

3 - Quais palavras/frases nos permitem perceber esse respeito/desrespeito?

4 - Você concorda com essa atitude (des)respeitosa? Justifique sua resposta.

5 - Com base no que vocês apenderam nesta aula, por que é importante lermos diferentes notícias sobre o mesmo fato?

Bom estudo!




Atividade 05 - Continuação - "O mesmo fato sob diferentes perspectivas – Comparando notícias online"

ESCOLA M.E.F. PROFª TEREZINHA SOUZA 2019
PROFESSOR: FÁBIO MODESTO
TURMAS: 6º ANO AO 9º ANO.

Atividade 05 - Continuação.


O mesmo fato sob diferentes perspectivas – Comparando notícias online


1 - Onde e quando o fato ocorreu?

2 - Onde e quando a notícia foi publicada?

3 - Quem são as pessoas envolvidas no fato noticiado? o que elas fizeram?

4 - Que palavras são usadas, no texto, para se referir aos venezuelanos?

5 - Há imagens na notícia? São fotos ou vídeos? O que essas imagens mostram? Qual a relação das imagens com o texto escrito?

Bom estudo!

Atividade 04 - "O mesmo fato sob diferentes perspectivas – Comparando notícias online"

ESCOLA M.E.F. PROFª TEREZINHA SOUZA 2019
PROFESSOR: FÁBIO MODESTO
TURMAS: 6º ANO AO 9º ANO.

Atividade 04


O mesmo fato sob diferentes perspectivas – Comparando notícias online


Vamos discutir as questões.

1 - O que é um fato?

2 - Como vocês se informam sobre o que acontece no bairro, na cidade, no país etc.?

3 - Será que todos os fatos viram notícia? Por que?

4 - Escolha um fato que aconteceu na sua escola ou no seu bairro e produza uma notícia. Não esquece dos elementos (Onde? quanto? como? Por que?).


Bom estudo!

quinta-feira, 14 de fevereiro de 2019

Atividade 03 - Continuação - "Notícia crítica - Texto - Mais twitter, menos tradição".".

ESCOLA M.E.F. PROFª TEREZINHA SOUZA 2019
PROFESSOR: FÁBIO MODESTO
TURMAS: 6º ANO AO 9º ANO.


Atividade 03

São Paulo, segunda-feira, 09 de maio de 2011

Mais Twitter, menos tradição

COM VIAGENS E INTERNET, JOVENS ÍNDIOS AGORA QUESTIONAM OS DOLOROSOS RITOS DAS SUAS TRIBOS

CARLOS MINUANO
COLABORAÇÃO PARA A FOLHA,
DO XINGU

A maioria dos índios adolescentes esperneia e chora. Serão tatuados à força no rosto com espinhos. Os jovens ikpengs do Xingu, que conhecem a cidade e gostam do Facebook, sabem que há lugares em que isso não existe.

Não há, claro, anestesia. Tudo acontece a seco. Trata-se de apenas um dos rituais dolorosos de iniciação na vida adulta que os jovens índios agora questionam.

Também no Xingu, há meninas que ficam mais de um ano reclusas ao menstruar pela primeira vez. Um pouco mais longe, no Amazonas, meninos enfiam a mão em luvas repletas de formigas venenosas (veja na pág. 8).

Mutuá, 13, é um dos que passaram pela tatuagem e reclamam. "Judiaram de mim, e eu era pesado para que me segurassem" -no caso dos ikpengs, em geral os índios são surpreendidos quando ainda estão dormindo.

O ritual continua acontecendo, queiram os jovens ou não. "Na minha vez eu também não queria, mas quando te pegam não tem como fugir", admite uma das lideranças da tribo, Kumaré Ikpeng.

No Xingu, onde Kumaré vive, o mundo não indígena, porém, está cada vez mais presente -e o impacto é mais forte entre os adolescentes.

Por todo lado, por exemplo, há laptops e celulares. "Além disso, os homens têm muito contato com o mundo, viajam, estudam, muitos trabalham para a Funai", diz Sofia Madeira, antropóloga e doutoranda pela Unifesp.

"Alguns meninos não entendem a razão dos rituais, alguns se negam. Falam "ah, na cidade não faz isso, né?". O jovem vê o mundo na internet e o sonho dele se transforma, ele quer carro, Twitter, namorar uma branca."

Para Madeira e para Sofia Mendonça, médica-antropóloga do projeto Xingu (Unifesp), o fenômeno preocupa, porém. "O fascínio pelo modo de vida que esses adolescentes encontram na cidade ao saírem para estudar é uma ameaça", diz Mendonça.

"Diferentemente dos mais velhos, estão em um momento de construção da personalidade, vulneráveis." Isso reforça a importância do rito de passagem, argumenta.

"Ele protege o jovem, auxilia nessa mudança de papel social. Nós, não indígenas, perdemos a noção da importância dos rituais de passagem, por isso tantos adultos seguem na adolescência."
Atividade

1 - Fazer a leitura do texto.

Texto retirado do site folha de São Paulo.

Estudo do texto – Notícia “ Mais twitter, menos tradição”.

Responder a seguintes perguntas no espaço comentários. Não esqueça de colocar nome completo e turma.

1 – Nos dois primeiros parágrafos do texto, que palavras associam o ritual a um sacrifício?

2 – Compare as frases:

“ Trata-se de um dos rituais de iniciação na vida adulta”.

“Trata-se de apenas um dos dolorosos rituais de iniciação na vida adulta”. (frase original)
 

Que ponto de vista se cria com o uso das palavras destacadas?
 

3 – Que ideia sobre o assunto essas palavras ajudam o leitor a criar?
 

4 – A palavra “agora”, usada no segundo parágrafo, refere-se a qual ação dos índios?
 

5 – Que outras palavras, ao longo do texto, dão pistas importantes sobre o ponto de vista assumido? (podem estar na fala dos entrevistados).
 

Bom estudo!

quinta-feira, 31 de janeiro de 2019

Atividade 02 "Índio somos todos nós".

ESCOLA M.E.F. PROFª TEREZINHA SOUZA 2019
PROFESSOR: FÁBIO MODESTO
TURMAS: 6º ANO AO 9º ANO.

ATIVIDADE 02

1 - Assistir o vídeo:
https://www.youtube.com/watch?v=ZecRLbA7H3w

ESTUDO DO VÍDEO

1 - Elabore um comentário sobre o vídeo acima. Coloque seu nome completo e turma. Mínimo de 10 linhas.

Atividade 01 "Notícia crítica - Texto - Mais twitter, menos tradição".".

ESCOLA M.E.F. PROFª TEREZINHA SOUZA 2019
PROFESSOR: FÁBIO MODESTO
TURMAS: 6º ANO AO 9º ANO.


ATIVIDADE 01

1 - Fazer a leitura do texto.

Texto retirado do site folha de São Paulo.

São Paulo, segunda-feira, 09 de maio de 2011

Mais Twitter, menos tradição

COM VIAGENS E INTERNET, JOVENS ÍNDIOS AGORA QUESTIONAM OS DOLOROSOS RITOS DAS SUAS TRIBOS

CARLOS MINUANO
COLABORAÇÃO PARA A FOLHA,
DO XINGU

A maioria dos índios adolescentes esperneia e chora. Serão tatuados à força no rosto com espinhos. Os jovens ikpengs do Xingu, que conhecem a cidade e gostam do Facebook, sabem que há lugares em que isso não existe.

Não há, claro, anestesia. Tudo acontece a seco. Trata-se de apenas um dos rituais dolorosos de iniciação na vida adulta que os jovens índios agora questionam.

Também no Xingu, há meninas que ficam mais de um ano reclusas ao menstruar pela primeira vez. Um pouco mais longe, no Amazonas, meninos enfiam a mão em luvas repletas de formigas venenosas (veja na pág. 8).

Mutuá, 13, é um dos que passaram pela tatuagem e reclamam. "Judiaram de mim, e eu era pesado para que me segurassem" -no caso dos ikpengs, em geral os índios são surpreendidos quando ainda estão dormindo.

O ritual continua acontecendo, queiram os jovens ou não. "Na minha vez eu também não queria, mas quando te pegam não tem como fugir", admite uma das lideranças da tribo, Kumaré Ikpeng.

No Xingu, onde Kumaré vive, o mundo não indígena, porém, está cada vez mais presente -e o impacto é mais forte entre os adolescentes.

Por todo lado, por exemplo, há laptops e celulares. "Além disso, os homens têm muito contato com o mundo, viajam, estudam, muitos trabalham para a Funai", diz Sofia Madeira, antropóloga e doutoranda pela Unifesp.

"Alguns meninos não entendem a razão dos rituais, alguns se negam. Falam "ah, na cidade não faz isso, né?". O jovem vê o mundo na internet e o sonho dele se transforma, ele quer carro, Twitter, namorar uma branca."

Para Madeira e para Sofia Mendonça, médica-antropóloga do projeto Xingu (Unifesp), o fenômeno preocupa, porém. "O fascínio pelo modo de vida que esses adolescentes encontram na cidade ao saírem para estudar é uma ameaça", diz Mendonça.

"Diferentemente dos mais velhos, estão em um momento de construção da personalidade, vulneráveis." Isso reforça a importância do rito de passagem, argumenta.

"Ele protege o jovem, auxilia nessa mudança de papel social. Nós, não indígenas, perdemos a noção da importância dos rituais de passagem, por isso tantos adultos seguem na adolescência."

ESTUDO DO TEXTO

1 - Elabore um comentário sobre o texto acima. Coloque seu nome completo e turma. Mínimo de 10 linhas.

sexta-feira, 15 de dezembro de 2017

Socialização de algumas atividades do CI em 2017

1 - Ditado do texto "Talita".


2 - Digitação do texto " Das frutas".


3 - Digitação do texto " Camilão o comilão".

Atividade 09 - Resumo.

ESCOLA M.E.F. PROFª TEREZINHA SOUZA 2019 PROFESSOR: FÁBIO MODESTO TURMAS: 6º ANO AO 9º ANO. ATIVIDADE RESUMO Significado de Resumo O...